 |
Participei de uma mesa redonda composta por profissionais do
cavalo interagindo com alunos das ciências agrárias e proprietários de
cavalos. O tema era a cultura do cavalo no Brasil. O formato foi como o
de sempre – a platéia levantava temas e a mesa expunha sua opinião.
Um aluno nos fez a seguinte pergunta: como entrar no mercado de
cavalos sem qualquer experiência prévia – a não ser as matérias da
faculdade - ou mesmo sem qualquer membro da família já ser deste
mercado? Depois de várias respostas e colocações, cheguei à conclusão
que talvez a atitude seja o mais importante, ou parte importante.
|
Sabemos sim que estudo, notas e currículo em geral são fatores
extremamente importantes, mas se formos ouvir o mercado, as
empresas e os profissionais que estão contratando, teremos uma
resposta não tão “acadêmica”, mas sim uma mistura importante onde
ser uma pessoa pró ativa, otimista, solucionadora e principalmente
capaz de se relacionar bem com as pessoas, trabalha junto com o
conhecimento técnico que o profissional tem.
Para a maioria dos
membros da mesa, mais vale uma pessoa com atitude do que um bom
currículo isoladamente. E, melhor ainda, se tivermos o dois.
Nosso mercado está cada vez mais mudando rapidamente, assim
como tantos outros. Talvez para nós a mudança seja mais impactante
porque nunca experimentamos uma busca tão grande por
profissionalismo, em um mercado que ainda sabe pouco sobre este
tema.
Admite-se muito o erro, valoriza-se pouco o correto, pelo simples
motivo de ainda não termos experiência suficiente em termos de
mercado. Estas mudanças estão forçando nossos profissionais e nossas
empresas à mudança. Mudar para melhorar o atendimento, a prestação
do serviço e o relacionamento com nossos clientes.
Para isto, não basta
ter fatores isolados como componentes de um profissional. O que
precisamos é de gente com atitude.
Semana de
13 a 19 de Dezembro de 2009.
www.universidadedocavalo.com.br
|